Andrea Campanilli
A santista que viu um futuro mais promissor
que o lixo para uma caixinha Longa Vida.
Sustentabilidade, comprometimento com o meio ambiente e arte são os pilares que sustentam esta artesã que descobriu nas caixinhas longa vida muito mais que uma fonte de renda. Ela descobriu o prazer em projetar peças únicas cheias de estilo, amor e muita criatividade. O que é lixo para você, com certeza não é lixo para Andrea.
Andrea Campanilli, residente em Santos - SP, trabalhou durante anos com os pais em um negócio de alimentos. Cansada daquela rotina resolveu se dedicar mais à família e começou a fazer doces diversos para eventos, casamentos, festas em geral na sua própria casa.
Foi quando pegou uma encomenda do doce Palha Italiana para o casamento de seu primo.
Andrea já tinha o hábito de separar seu lixo e, desta forma, todas as caixinhas de leite condensado que usara foram se empilhando na sua cozinha. Ao final do trabalho ela olhou todas aquelas caixas e pensou que, mesmo separando o lixo, era uma judiação jogar todas aquelas embalagens fora.
Fez uma rápida pesquisa na internet do que poderia fazer para reciclar as caixas longa vida, mas nada a empolgou.
Visitou alguns sites de cartonagem, mas ainda não era exatamente o que ela queria. Sentou, pensou e idealizou uma bolsa.
Andrea percebeu que uma caixa de leite poderia, facilmente virar qualquer objeto. Assistiu a algumas aulas de cartonagem e de lá tirou as ideias. Foi substituindo a matéria-prima por caixinhas e deixou sua criatividade levá-la.
Visitou alguns sites de cartonagem, mas ainda não era exatamente o que ela queria. Sentou, pensou e idealizou uma bolsa.
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| A 1ª bolsa feita por Andrea |
Naquele casamento ela fez bolsa para ela, para as filhas, para a mãe e irmã. Foi um acontecimento durante a festa quando ela dizia que as bolsas eram caixa de leite reaproveitadas. Ninguém acreditava e ela passou o tempo todo explicando suas técnicas. Saiu da festa com sua 1ª encomenda.
Primeiro ela fundou As Marias, porque queria que sua arte fosse difundida e que muitas mulheres pudessem utilizar sua técnica como geração de renda.
Fez um desfile FWPS (Fashion Week Plus Size) em 2014 em que as modelos desfilavam com suas bolsas.
Infelizmente sua ideia não vingou e ela resolveu colocar seu nome à frente do negócio. Sua grife atualmente é Andrea Campanilli Design Sustentável e todas suas peças ostentam um selo contando que aquele objeto já foi uma caixinha Longa Vida.
Hoje Andrea recebe caixinhas de todos os lados, ela chega a utilizar 100 caixas por semana, que já chegam para ela lavadas. Ela abre todas as caixas e mesmo as embalagens já estando limpas, ela lava com detergente e higieniza todas com álcool gel para tirar qualquer odor que possa ter ficado na peça.
A artesã faz tudo sozinha, desde a parte de papelaria (cartões, folders, etiquetas), passando pela divulgação nos sites e em suas páginas no facebook e, é claro, a confecção de todas as peças.
Eu conheci o trabalho de Andrea na Art Mund 2015 e como artesã também, fiquei absolutamente apaixonada por sua ideia, suas peças e pela colaboração com o meio ambiente.
Fazer com que amigos e conhecidos guardem as caixinhas vazias já é um grande passo na conscientização por um mundo com menos lixo.
As peças de Andrea podem ser encontradas no Elo 7.
Seu lema:
Do lixo ao luxo: moda, design e caixinhas longa vida
Algumas peças de Andrea.
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| Esta bolsa incrível é feita com o lado de dentro da caixinha in natura. |
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| Gostou daquela de jeans em 2 tons? Que pena... já é minha! |
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| Esta bolsa também é feita com o lado de dentro da caixinha de leite |
Serviço:
Andrea Campanilli
Facebook: Andrea Capanilli Design Sustentável
Whats App: (13) 98196.6456
É isso!




















O computador e a internet, que tanto contribuíram para a evolução da educação, agora tornam tudo mais fácil. Dá a impressão que os alunos aprendem o “ctrl c” / “ctrl v” antes mesmo de aprenderem “O bebê baba”, ou como alguns preferem dizer, “O beabá”.
Mais do que ter um tema, o aluno precisa de orientação, que muitas vezes não vem como ele necessita. Sua defasagem data da época de sua alfabetização e nunca nenhum professor parou para ensiná-lo como "fazer" um trabalho, como pesquisar, entender e transformar em um texto de sua própria lavra. É quando o TCC se transforma em um monstro pronto a abocanhar a mão do nosso personagem de hoje: o aluno. Passei a me especializar cada vez mais neste tipo de orientação e hoje suponho que tenho discípulos muito satisfeitos com o trabalho que venho desenvolvendo desde 2007 com alunos da Baixada Santista.

Outro perigo que ronda os alunos de graduação é a compra de Trabalhos prontos. Basta digitar no Google "Monografias prontas" que aparecem 85.000 resultados. SIM! 85 mil! Trabalho fácil, o vendedor de monografias, o criminoso, lucra muito nas costas do aluno; nunca poderá ser denunciado caso o aluno seja reprovado, pois o aluno infringiu a lei ao comprar uma monografia e sairá satisfeito, pois nunca será descoberto. Uma contravenção que é mascarada por outra: a do aluno. E o pobre docente acha que sua monografia é inédita. Ele paga, no mínimo, 800 reais só pela "pesquisa", fora a formatação que custa por volta de 10 reais por página. Se quiser revisão de gramática e ortografia o preço pode chegar a R$ 5 mil reais o pacote como já soube de alguns casos. Ele paga por um trabalho e acredita que ele é único! Doce ilusão. Eu soube de um caso, aqui em Santos, que dois alunos de Universidades diferentes, que não se conheciam, apresentaram o mesmo trabalho. Eram idênticos e conservavam até com os mesmos erros de português. Ambos os trabalhos foram apresentados no mesmo semestre. Qual foi o azar dos alunos? Um dos membros da banca participava das duas bancas. Pobres alunos... Nem preciso dizer o que aconteceu a eles.
Muitas histórias já viraram lenda no perigoso mundo dos plágios. Um juiz de direito perdeu sua carteira da OAB por cometer o crime de plágio na dissertação de mestrado. Houve o caso de alunos que compraram monografias trazidas de outros países da América Latina e apenas foram traduzidas para o português. Foram pegos por um pequeno deslize de tradução: Traduziram "rato" (momento, instante em espanhol) por rato (o animal). Bem, não teve como esconder que tratava-se de uma cópia mal lavada de um trabalho em espanhol. Teve até um caso de um sujeito, na USP, que trouxe sua dissertação diretamente dos EUA. Traduziu e encaminhou para banca. Um trabalho inédito, trazido por ele próprio, traduzido por ele mesmo. Não teria erro. Ninguém o pegaria! Seu azar? O membro principal de sua banca fora membro da banca do original lá nos EUA. Azarado é pouco!
O que eu quero dizer é que muitas vezes o aluno envereda por este caminho por ingenuidade, por não saber como deve ser feito o trabalho de pesquisa, por desconhecer as normas de citação de fonte. Muitas vezes o aluno não recebe o suporte que espera de seu orientador, que muitas vezes por falta de tempo e acúmulo de trabalho acaba deixando "correr frouxo". O orientador acha que o aluno já sabe o que deve ser feito, o aluno não aprendeu como fazer e tudo transforma-se em uma enorme bola de neve.
Todo trabalho acadêmico segue normas. Estas são ditadas e organizadas pela
Nessa ocasião, muitas são as questões levantadas:
A ABNT (entidade na qual sou licenciada) é a única e exclusiva representante no Brasil das seguintes entidades internacionais: ISO (International Organization for Standardization), IEC (International Electrotechnical Comission); e das entidades de normalização regional COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e a AMN (Associação Mercosul de Normalização).
Todo trabalho acadêmico, seja ele para obtenção de créditos em uma disciplina, trabalho de conclusão de curso, dissertação (Mestrado) ou tese (Doutorado), respeitando-se os vários níveis de investigação, baseia-se em estudos realizados por outros autores. Porém, a citação das obras consultadas se faz obrigatória na lista de referências e, quando necessário, também no próprio texto, conforme as normas de Citações descritas no manual de Formatação já mencionado.

Independentemente do suporte utilizado para disseminar essas informações, seja ele material impresso, CD-ROM, fotografia, Internet, e outros, a não citação da fonte pesquisada fere a lei dos Direitos Autorais nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 e prevê pena de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano ou o pagamento de multa de acordo com a legislação CF/88 art. 5º, XXVII, art. 184 do Código Penal. Além disso, o aluno estará sujeito às Sanções Disciplinares da Faculdade em que estuda.
É isso aí!









