domingo, 14 de outubro de 2012

O Batom Perfeito


Passei anos experimentando batons, comprando diversos de diversas marcas, mas nunca achei "aquele" que sorrisse nos meus lábios.
Kate Moss Recomenda!
Em julho viajei para Buenos Aires e na volta, no free shop, encantei-me por uma embalagem linda que já me chamou atenção pela elegância e estilo. O que escolhi para mim foi esse da foto, o nº 22, mas não encontrei mais pra comprar e o meu já está no fim!
Foto: Blog da Ma Cesário
Era nada mais nada menos que um Yves Saint Laurent da linha Rouge Volupté em uma embalagem dourada que gritava pelo meu nome!
Foto: Blog da Ma Cesário
Quando peguei a embalagem e abri o batom, para conferir a cor, notei que o detalhe de fora da embalagem, onde aparecia a marca, era exatamente da cor do batom. Um luxo, não?
Foto: Blog da Ma Cesário
O batom é cremoso, tem cobertura, é cheiroso, hidratante e anti-oxidante, antirradicais livres e FPS15. Vem em uma embalagem maravilhosa é macio e tem um gostinho meio adocicado, muito agradável.

Finalmente achei o MEU batom! É, de longe, o mais cremoso, suave que eu já usei. Deixa meus lábios muito hidratados. A durabilidade dela na boca não é muito grande, mas vale cada centavo de dólar que paguei nele.
Sim... o preço não é dos mais adocicados. No free shop paguei 30 dólares, mas na Sephora e na Época Cosméticos os batons custam entre R$ 130,00 e R$ 160,00. Não tem todas as cores e não confio em comprar batom pela internet. A cor nunca é fiel. Melhor mesmo é ir em uma loja que venda produtos importados e fazer um test drive.

É isso aí!

Gi Prado

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Formaldeído e Tolueno, você sabe o que são?

A mania pelos esmaltes multicoloridos tomou conta das mulheres e os fabricantes não param de lançar cores, texturas, brilhos e uma infinidade de nail products (produtos para unhas).

O problema é que tolueno, formaldeído e dibutilftalato (Dibutyl phthalate - DBP) são substâncias que ajudam o esmalte a manter seu brilho, consistência e fixação, mas também podem causar alergia!


As reações são diferentes para cada pessoa, mas segundo a Dra. Adriana Schmidt, alergista e professora colaboradora da Disciplina de Alergia da PUC – PR no Hospital Universitário Cajuru, a reação mais comum é a “dermatite de contato”, uma reação inflamatória na pele que pode ocorrer nas cutículas, e também nas pálpebras por causa do contato do esmalte com a pele fina e sensível dessas regiões.

- Tolueno

O tolueno ou metil benzeno é usado como matéria prima para fazer uma série de substâncias, dentre elas, detergentes, medicamentos, perfumes, TNT, esmaltes, entre outras.

É um líquido incolor com odor característico. Ocorre na forma natural no petróleo e na árvore tolu e também pode ser produzido durante a manufatura da gasolina e de outros combustíveis a partir do petróleo cru.Devido ao seu basto custo é utilizado no esmalte como solvente. É o causador de 95% das alergias ao esmalte.

- Formaldeído
O formaldeído ou metanal é um gás muito usado em produtos químicos. É utilizado de forma inapropriada para alisar cabelos, onde é conhecido como formol. Essa substância é extremamente tóxica e pode causar sérios danos a saúde.

No esmalte, o formaldeído está presente na resina, que tem por função dar aderência e durabilidade do produto.

E não é só nos esmaltes que essas e outras substâncias são encontradas; em maquiagens também existem muitos elementos que podem ser alérgicos e é preciso estar atenta pra não cair na malha traiçoeira da alergia...

Segundo matéria da Revista Isto É, empresas brasileiras começam a investir na criação de produtos de beleza sem substâncias que poderiam fazer mal à saúde. Nos EUA, campanha luta por opções mais naturais.

A leitura dos rótulos dos produtos tornou-se rotina entre os americanos que estão em busca de produtos com menos agressores toxicológicos. Esta leitura simples serviu como ponto de partida de um movimento que cresce nos Estados Unidos, a Campanha por "Cosméticos Seguros". A campanha defende o uso de menos componentes químicos e maior presença de ingredientes orgânicos nas fórmulas. Formado por uma coalizão de organizações ligadas a mulheres, saúde pública, trabalho, meio ambiente e direito dos consumidores, o grupo usa estudos científicos para denunciar que algumas substâncias utilizadas na fabricação de grande parte dos cosméticos são tóxicas, podendo causar disfunções hormonais, problemas no desenvolvimento e até câncer, se utilizadas em grandes quantidades. “Queremos convencer os políticos a criar novas leis sobre os cosméticos”, disse Stacy Malkan, a cofundadora do movimento, na matéria publicada na Revista.

Em um um outro post cheguei a comentar sobre os disruptores endócrinos, que estão presentes todo o tempo em nossas vidas e não nos damos conta. Hoje é a vez dos componentes que são agressivos à saúde e que estão presentes nos produtos de beleza.

Duas jornalistas americanas, Alexandra Spunt e Siobhan O’Connor, interessadas na "febre" dos cabelos lisos e brilhantes que tomou conta no Brasil e chegou aos EUA, foram fazer a experiência em um salão de Los Angeles. Tiveram reações de ardência na garganta, olhos lacrimejantes. Procurando na internet, descobriram que o grande segredo do alisamento não era a queratina, mas o formaldeído (formol).Alexandra e Siobhan fizeram uma extensa pesquisa sobre os componentes químicos dos cosméticos que tinham em casa. Depois, entrevistaram especialistas, a agência que regula a indústria da beleza no país, maquiadores e toxicologistas e descobriram que muitos dos produtos que adoravam e nos quais confiavam também tinham componentes considerados controversos. 

Este ano, lançaram nos EUA o livro “No More Dirty Looks” (em uma tradução livre, Visual poluído nunca mais), em que compartilham seus achados. “Nos demos conta de que, assim como nós não sabíamos, a maior parte das mulheres provavelmente não saberia também”, disse Siobhan em entrevista à Isto É. Elas deixam claro no livro que não têm a pretensão de fazer ninguém jogar fora aquele batom preferido ou desistir das luzes no cabelo. O objetivo é ajudar as consumidoras a minimizar os riscos e a fazer escolhas mais inteligentes. “Encorajamos as mulheres a se familiarizar com as listas de ingredientes e conferir os rótulos”, complementa Siobhan.
Tanto a Campanha por Cosméticos Seguros quanto o livro das jornalistas americanas alertam para o risco de substâncias como parabeno, 1,4 dioxano, oxibenzeno, ftalatos, tolueno e formaldeído, entre outros. Em geral, de acordo com os responsáveis pelo movimento americano, essas substâncias estão associadas a problemas que vão desde câncer até disfunção hormonal.
Fonte: Revista Isto É
Mas vamos ao que mais interessa: se você pinta as unhas e tem vermelhidão e coceira no pescoço, rosto e mãos, inchaço nas pálpebras dos olhos ou coceira nas cutículas, você pode ter alergia a esmaltes.
Mas não se desespere: existem marcas de esmaltes que já não incluem essas substâncias em sua fórmula, chamados de hipoalergênicos ou 3-FREE.



Argento: não contém dibutilftalato, tolueno e formaldeído.
Colorama: desenvolvidos sem tolueno ou formaldeído (exceto linha tratamento e Única Camada).
Derma Nail: todos livres de benzeno, tolueno, formaldeído e cobalto.
Impala: tem linha hipoalergênica com esmaltes livres de tolueno, formaldeído e parabeno.
Ludurana: não contém dibutilftalato, tolueno e formaldeído.
O Boticário: toda a linha é livre de formaldeído e tolueno.
Risqué: tem linha hipoalergênica livre de tolueno e formaldeído.
Top Beauty: tem linha hipoalergênica livre de tolueno e formaldeído.


A novidade da Beauty Fair deste ano foi os esmaltes à base de ÁGUA da Êxtase:




O esmalte sai com acetona ou água quente e a empresa garante que não sai no banho, somente sai se ficar de molho por algum tempo em água quente. Eles saem como um adesivo.

A grande novidade é que o esmalte à base de água pode ser utilizado por todo tipo de pessoa, inclusive crianças pequenas, pois além de hipoalergênico, ele é atóxico. Pena que as cores são meio “tinta guache”, mas dá pra fazer misturinhas entre eles e chegar a outros tons.

De acordo com a Êxtase, os esmaltes à base de água ainda não estão no mercado, mas devem chegar dentro de alguns meses – principalmente no nordeste, onde a marca já atua forte.


Nos EUA, Canadá e alguns países da Europa, o formaldeído é proibido, por isso marcas nacionais de peso lá fora vendem esmaltes hipoalergênicos, como a Orly (que tem loja virtual brasileira), Revlon, Art Deco, Bourjois, Mavala, MAC e O.P.I. – todas são encontradas no Brasil. Em São Paulo, as drogarias Onofre, por exemplo, vendem esmaltes Revlon, Mavala, Art Deco e Bourjois, com preços que variam de 20 a 60 reais.


Algumas marcas internacionais livres das substâncias mais tóxicas:

Barry M: não contêm tolueno, formaldeído e dibutilftalato.
Bourjois: sem tolueno e formaldeído.
Ciatè: não contêm tolueno, formaldeído, dibutilftalato e cânfora.
Dior: não contêm tolueno, formaldeído, dibutilftalato e cânfora.
Jordana: não contêm tolueno, formaldeído e dibutilftalato.
Mavala: não contêm tolueno, formaldeído, dibutilftalato, cânfora, parabenos e níquel.
Orly: livre de dibutilftalato, tolueno, formaldeído e resina de formaldeído.
Revlon: livre de formaldeído e tolueno.
Zoya: não contêm tolueno, formaldeído, dibutilftalato e cânfora.




Fique de olho: a Chanel, apesar de ser vanguarda nas cores, ainda não aderiu completamente à fórmula 3-FREE, algumas linhas ainda apresentam os componentes.
A Mohda, empresa brasileira, também lançou, na Beauty Fair, uma linha de esmaltes hipoalergênicos.



Outra solução para as alérgicas é a utilização dos adesivos (fiz uma postagem aqui sobre eles). São práticos, fáceis de colocar e podem durar até 10 dias nas unhas se tiver cuidado.

Quanto aos esmaltes, só é preciso fazer um teste em todas as marcas que for usar, porque sua alergia pode não ser ao tolueno ou ao formaldeído, você pode ser alérgica a outro componente de sua fórmula.

Se você não é alérgica, mas manifestar alguma reação estranha ao usar esmaltes 3-FREE, você pode ter sensibilidade às resinas utilizadas para substituir o tolueno, formaldeído ou DBP.

Não existe tratamento, a pessoa alérgica não pode usar mais esmaltes que não sejam hipoalergênicos, inclusive bases, pois estas possuem uma maior quantidade de resina (aumentando a aderência do esmalte).

O termo hipoalergênico pode ser atribuído àqueles produtos cujo baixo potencial alergênico é reconhecido e comprovadamente reduzido, em relação a produtos do mesmo tipo e de função. Eles devem passar pela aprovação da ANVISA.

Fique atenta a qualquer sintoma estranho. Coceira é o sintoma mais bobo que pode ocorrer. Se não cuidar, pode levar a uma interrupção das vias respiratórias e até mesmo uma anafilaxia.

É isso aí!

Gi Prado

Fontes:





sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Quer uma capa para o Facebook? Eu faço!

Para você que adora unhas e quer uma capa para seu Facebook... 

Aqui vão algumas sugestões. 

Mande suas fotos e encomende sua capa gratuitamente. Deixe um comentário pedindo a sua e seu e-mail.

Por enquanto divirta-se com estas!









É isso aí!

Gi Prado

Pet Nails

Ontem foi dia de São Francisco de Assis e resolvi homenageá-lo com Pet Nails: Unhas decoradas com desenhos de bichinhos. Divirta-se!








Salve São Francisco!

Salve nossos companheirinhos!


É isso aí!

Gi Prado

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Border Nails



Esta tendência que surgiu no início de 2012, consiste em fazer um “contorno” ao redor da unha em um tom diferente. 

O contorno, principalmente se for em tom escuro, deixa as unhas mais delicadas e bonitas. A técnica consiste em usar um esmalte de cor diferente (preto ou qualquer outra cor) na borda e um tom mais claro no resto da unha.

Para fazer o traço da borda sem borrar, uma dica é usar um pincel bem fino. 

Faça suas unhas normalmente, lixe com o formato desejado, retire as cutículas e passe uma fina camada de base. 

Passe duas camadas de esmalte com a cor de sua preferência, esta será a cor predominante. Limpe ao redor das unhas os excessos de esmaltes e borrões. 

Com um pincel fino (usado em artesanato) comece a fazer o contorno, usando uma cor mais escura que o esmalte utilizado como base. Comece o traço de um lado da unha, passe pela base da unha, siga pelo outro lado da unha e finalize na ponta da unha, caprichando na emenda dos traços, no canto da unha onde você iniciou. Faça isso em todas as unhas. 

Esta borda pode ser contínua ou em formato de bolinhas; com cores tom-sobre-tom ou com cores completamente contrastantes (com traço bem fininho ou mais espesso); ou ainda usados outros materiais para o contorno, como miçangas ou glitter grande.



Você pode usar as cores de esmaltes que quiser e pode também fazer o contorno com tinta acrílica, que é mais fácil de manusear que o esmalte, no momento de fazer o contorno. E você pode optar pelo pincel de decoração de unhas ou pelo palito, ou fazer o contorno com uma caneta específica para decoração de unhas.


Caso você utilize o glitter grande ou as miçangas, após passar as duas camadas do esmalte, faça o contorno da unha com cola para unhas postiças e comece a colar o material. Mas seja qual for o método escolhido para fazer as border nails, sempre finalize com uma camada de extra-brilho, para garantir maior duração.


É isso aí!

Gi Prado