quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O que me deixa leve... Glee - Rachel

Sabe o que eu gosto mesmo?

Comédias românticas, musicais alegres, seriados enlatados, humor rasgado, Jerry Lewis, Jeannie é um Gênio, A Feiticeira, os Flintstones... coisas que eu assisto dezenas de vezes, volto a assistir e não canso.


Mas o que realmente tem me deixado leve é Glee. Adoro ver aquela meninada cantando, dançando e sonhando.
Acho que o tema Don't stop believing não poderia ser melhor. 
Glee fala muito mais do que um grupo de adolescentes que quer cantar, ele mostra um universo cheio de dúvidas, inconstâncias, medos, alegrias, bondades e maldades pelas quais todos nós já passamos em determinado momento da vida.

Glee apresenta a relação professor-aluno e a relação professor-professor-diretor em que os interesses pessoais se sobrepõem aos interesses dos alunos.Will é o professor sonhador, cheio de ideais assim como eu e outros professores que conheço.

Os personagens são esteriótipos de alunos comuns, aqueles que existem em todas as turmas. Vira e mexe eu me pego olhando meus alunos e tentando identificar quem é quem na sala de aula. Hoje eu vou falar das "Rachel".

Rachel "Rach" Barbra Berry é uma personagem da série americana Glee. É interpretada pela cantora e atriz Lea Michele. É a capitã e estrela do Glee Club, New Directions. Tem 17 anos, é judia e estuda no William McKinley High School, em Lima, Ohio. Rachel é considerada impopular pela maioria dos outros alunos, por ser muito egocêntrica e ambiciosa. 


No dia em que dois homens gays adotaram Rachel Berry, uma estrela nasceu. Pelo menos, é isso que ela vive dizendo a si mesma desde que ela ganhou seu primeiro concurso de dança com três meses de idade. 


Seu nome foi inspirado na personagem Rachel Green da série Friends. Ela tem o sonho de brilhar na Broadway e chegar ao estrelato, provocando a irritação dos outros membros do Glee, como Kurt e Mercedes. Porém, há consenso quando o assunto é Rachel: sua voz é a essência do clube.


Ela normalmente é muito competitiva e sempre quer receber a parte que ela acha que lhe é de direito. Ela é capaz de qualquer coisa pra se sobressair e ganhar seu merecido solo, mas tem um enorme coração quando se trata das pessoas que ela ama. Criada por dois pais homossexuais, Hiram e Leroy, Rachel descobre, posteriormente, que sua mãe biológica é Shelby Corcoran. Rachel é a personagem com mais solos em Glee. 

Sua única fraqueza é Finn, o quarterback popular que se junta ao clube e descobre ali uma nova paixão. No início da primeira temporada, fez parte de um quarteto amoroso entre Quinn, Finn, Puck e a própria, e depois de um triângulo com Finn e Jesse St. James. Mas como visto no fim da primeira temporada, Jesse parte seu coração (e joga ovos nela), abrindo espaço para Finn entrar na jogada novamente.

Rachel começa a segunda temporada namorando Finn, mas o romance termina depois que ela descobre que antes dos dois namorarem, ele teve relações sexuais com Santana e mentiu para ela dizendo que não. Ao saber disso, para se vingar, Rachel corre novamente para os braços de Puck. Quando Finn descobre, termina o namoro com ela. Desde então, Rachel tenta de tudo para fazer com que Finn a perdoe, mas ele já estava em outra, ou melhor, na mesma, já que o garoto volta a namorar com Quinn.
Durante a temporada, Rachel convence seus colegas de clube a apresentar músicas originais nas competições. Nas Regionais, o New Directions apresentam duas músicas, uma delas sendo solo da Rachel escrito pela própria, chamado Get It Right

Enquanto isso, Jesse St. James volta à cidade, decido a reconquistar Rachel, o que causa ciúmes em Finn. A partir daí, é ele quem passa a correr atrás de Rachel e, no último episódio da temporada, Finn e Rachel cantam um dueto durante as Nacionais e se beijam em pleno palco. Os dois voltam a namorar depois disso.
Já na terceira temporada, Finn e Rachel parecem ter estabilizado a relação e continuam namorando. Shelby, a mãe dela, que aparecera na 1ª temporada, volta, mas a relação entre as duas não é muito desenvolvida pelos escritores. 
Nessa temporada, Rachel está tentando entrar para a faculdade fictícia de artes chamada NYADA, junto com Kurt, que se tornou seu melhor amigo. Finn pede Rachel em casamento e, achando que não vai conseguir a vaga na faculdade, ela aceita. Porém, tanto os pais de Finn, quanto os pais de Rachel (que finalmente apareceram na série, depois de duas temporadas e meia sendo apenas citados) se mostram contra o casamento, por eles serem muito novos. 

Whoopi Goldberg, que interpreta Carmen Tibideaux, professora da Academia de Artes Dramáticas de Nova York (NYADA), vai ao colégio McKinley para aplicar os testes para Kurt e Rachel. Apesar de travar no teste, Rachel consegue que Mrs. Tibideaux dê a ela uma segunda chance. Convidada por Rachel, ela vai às Regionais para vê-la de apresentando. Entusiasmada com seu talento a aprova. Assim Rachel entra em NYADA e se muda para Nova York, sem Finn e sem Kurt, que não passa no teste. Durante os primeiros episódios da quarta temporada, Rachel se vê solitária em Nova York e sem notícias de seu namorado, Finn, que entrou para o exército. 
Até que conhece Brody Weston, um estudante do terceiro ano de NYADA, que começa a gostar dela. Rachel tenta evitá-lo porque não quer trair Finn, mas acaba o esquecendo e os dois se beijam, até que são interrompidos pela campainha do apartamento que divide com Kurt, que chegou em Nova York e começou um estágio na Vogue. 


Acontece que a pessoa que tocou a campainha era Finn, causando desconforto e espanto na garota. Em The Break Up, o episódio seguinte, Rachel conta a ele que o traiu com Brody, e fazendo um discurso no final do episódio, dando um fim no relacionamento e dando chances a Brody. 

A atuação de Lea já lhe rendeu duas indicações ao Globo de Ouro e uma ao Emmy.

Na vida real Rachel representa aquelas alunas aplicadas, estudiosas e odiadas por isso. São meninas que estudam incansavelmente e não se contentam com menos do que 9,5. Cada vez mais raras, as "Rachel" não gostam de ser comparadas a ninguém, são competitivas e só entram em uma briga pra ganhar. Quando não ganham elas se odeiam e se punem. As Rachel não têm muitos amigos, mas quando elas conquistam é pra valer.


É isso aí!

Gi Prado

sábado, 10 de novembro de 2012

Esmaltes com Logística Reversa

Maria Helena Soares, manicure há 40 anos, passou a vida misturando cores para agradar suas clientes. De suas misturas bem sucedidas nasceu a marca Maria Helena Misturinhas com cores exclusivas e uma proposta ecológica. As sócias da manicure e idealizadora do projetoRuchelle Crepaldi e Liliane Lelis, cuidam para que embalagem e composição tenham máxima qualidade. “Posso afirmar que apresentamos um produto diferente de tudo que existe no mercado nacional”, conta Ruchelle.

O lançamento dos esmaltes Maria Helena Misturinhas aconteceu no dia 3 de outubro, no salão de beleza NaBahia Arte em Cabelos, no bairro Higienópolis, SP, onde a manicure trabalha há 6 anos.
Além de lindas e exclusivas cores, a empresa oferecerá o serviço de Logística Reversa*, em que os consumidores poderão trocar as embalagens vazias por novos esmaltes. A preocupação com os recipientes usados faz parte do plano de logística reversa da empresa que, além de dar a destinação correta ao conteúdo que fica no final do vidro, também oferece aos seus consumidores uma redução no custo dos produtos.

Os clientes que juntarem cinco embalagens vazias podem ir até algum ponto de venda e trocar por um produto novo. Os vidros e tampas passam por um processo de limpeza de resíduos e são reaproveitados, o pincel é trocado. “Queremos nos antecipar aos projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados, mas, independentemente da resolução, a consciência de cidadania é que dirige nossa empresa” ressalta Liliane. “A Maria Helena quer fazer esmaltes com histórias e deixar marcas na história de recicláveis” completa Ruchelle.

Cores de Maria Helena Misturinhas Limitadas

Todos os esmaltes Maria Helena Misturinhas trazem cores exclusivas e hipoalergênicas. Os nomes têm tudo a ver com as cores e trazem um pequeno poema, como explicação para cada um deles. São oito cores e duas transparências: Helena Mega Brilho (transparente), Camélia (rosinha), Lawanda (lilás), Rosa Flor (pink), Bouquet (vermelho, levemente alaranjado), Felicidade (vermelho), Sonho (azul), Dom (grafite), Sucesso (dourado), Helena Base (base translúcida).


As embalagens dos esmaltes Maria Helena Misturinhas Limitadas, bem como as substâncias empregadas em sua fabricação, são resultado de dois anos de pesquisa. A coleção Origem é Tox Free, de acabamento fino e secagem rápida. Os vidrinhos possuem a tampa emborrachada, para não escorregarem das mãos. 
A exclusividade maior fica por conta dos pincéis, que são feitos com cerdas especiais, achatadas e chanfradas, para um melhor acabamento. Além disso, os vidrinhos possuem esferas de inox, para que a mistura do esmalte se dê de maneira homogênea, dentro da embalagem. Quando o produto acabar, basta trocar o pincel, pois os vidrinhos e as tampas são reaproveitáveis.
Além de vidrinhos muito simpáticos, cada cor vem com uma frase ou mensagem.

Onde comprar esmaltes 
Maria Helena Misturinhas

Por enquanto, é possível comprar os esmaltes de Maria Helena em 4 salões de beleza paulistanos e um site de vendas

Confira:

-L’Officiel: Rua Dr Mário Ferraz, 545, São Paulo
 – Itaim

-The Hair Club: Rua Carlos Steinen, 90, São Paulo
 – Paraíso

-Galeria: Rua Dr Mário Ferraz, 589, São Paulo – Itaim

-NaBahia: Rua Bahia, 778, São Paulo
 – Higienópolis

As compras online podem ser feitas no site www.infinitabeleza.com.br

O preço sugerido é R$21. 

A coleção Maria Helena Misturinhas é limitada a 500 frascos.

* O que é Logística Reversa?

A Logística reversa é a área da logística que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem. A Logística reversa aborda a questão da recuperação de produtos, parte de produtos, embalagens, materiais, de entre outros, desde o ponto de consumo até ao local de origem ou de deposição em local seguro, com o menor risco ambiental possível. Assim, a logística reversa trata de um tema bastante sensível e muito oportuno, em que o desenvolvimento sustentável e as políticas ambientais são temas de relevo na atualidade.

É isso aí!

Gi Prado

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Como recuperar unhas quebradas

Sua unha quebrou naquele local horrível? 

Pegue esta dica da mega nail designer Viviane Rodrigues de como recuperá-la...



Material:

* pedacinhos de papel higiênico picotados (mais ou menos do tamanho do “corte” na unha);
* 1 lixa de unhas;
* 1 cola para unhas postiças (se não tiver, pode ser super bonder, mas dura menos);
* algum objeto para ajudar a fixar o papel na cola (pinça, palito, espátula de unha…);
* polidor de unhas (para melhor resultado).

Passo a Passo:

1. Com a unha limpa e sem esmaltes, dê uma lixada em cima de onde quebrou, para ela ficar mais homogênea e lisa.

2. Passe a cola em cima de onde a unha quebrou (de ponta a ponta)

3. Pegue um pedacinho do papel e coloque em cima da cola.

4. Vá ajeitando o papel cuidadosamente com algum objeto tipo pinça, palito… isso, além de ajudar o papel a se fixar corretamente, ainda evita que você cole o dedo.

5. Repita o processo mais umas duas vezes: coloque a cola, o papel e vá ajeitando.

6. Espere um pouquinho até que a cola seque. Retire o excesso de papel nos cantos (Molhe o papel para facilitar, ele vai se desmanchando sozinho).

7. Agora é só “moldar” a unha com a lixa. Tire os excessos do lado e lixe em cima da unha também, deixando tudo uniforme. Obs: Para um resultado melhor, use um polidor (ele vai deixar sua unha lisinha e uniforme, sem ranhuras).


Se a cola vazar e o papel colar no dedo, passe um palito em baixo da unha e vá descolando delicadamente, do centro da unha para os cantos, depois molhe e tire o excesso com a ajuda de um alicatinho de unhas.

Pronto! Suas unhas estão novas em folha!

É isso aí!

Gi Prado

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Memes: Os Novos Replicadores

Resenha sobre o capítulo 11 do livro "O Gene Egoísta" de Richard Dawkins.

O QUE SÃO OS MEMES?

Antes de entrarmos no capítulo 11 do livro, objeto desta resenha, vamos entender os memes hoje e como eles comprovam a teoria de Dawkins sobre esses replicadores culturais que agem como uma cadeia genética evolutiva.

Hoje a internet está repleta de MEMES. Esses “virais” que invadem as redes sociais por meio de desenhos toscos, piadas criativas, frases que se repetem sem parar em diversas circunstâncias, como “Todos viram, menos a Luíza, que estava no Canadá” podem parecer apenas uma distração, mas também representam o surgimento de novas linguagens e formas de comunicação em um mundo em que os tabus, as diferenças, os infortúnios são motivo de graça.

Se você acha que criou um novo método de “cola” e achou que era um gênio por isso, se chegou a achar que foi o único no mundo que queria ser algo mais do que um melhor amigo para uma “certa pessoa”, se acha que é o único virgem da turma ou o único BV (boca virgem), saiba que você não está sozinho. Estas situações são muito mais frequentes que se pode imaginar ao redor do mundo todo. Todos os dias alguém cria um meme para traduzir estes sentimentos de forma humorada, tosca, revoltante e até politicamente incorreta. Todas sempre com a intenção de serem engraçadas e de “pegarem” na rede, provocando uma enorme avalanche de compartilhamentos.

O conceito dos memes – nome dado a essas “unidades” – é mais antigo e filosófico do que parece. Em 1976, o biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins publicou o livro “O Gene Egoísta”, no qual propõe um elemento ligado ao conceito de cultura, relativo à transmissão de memória e conhecimento: o meme – adaptação do grego mimeme (imitação) e aproximação do francês même (mesmo) – é um replicador da cultura humana. Assim como os genes na reprodução sexuada, o seu propósito é a proliferação. A metáfora é válida para os hits diários que povoam a web, os slogans que caem no gosto dos cidadãos digitais, e até para certos versos musicais indesejados (ai, ai, ai, assim você mata o papai!). Sendo assim, as nossas mentes se transformam nos instrumentos de sobrevivência e replicação dos memes.

Pierre Lévy, o filósofo da cibercultura diz que “Cada vez que um ser humano organiza ou reorganiza sua relação consigo mesmo, com seus semelhantes, com as coisas, com os signos, com o cosmo, ele se envolve em uma atividade de conhecimento e de aprendizado”. Esta frase poderia ser colocada abaixo de um daqueles memes com cara de tosco bonzinho e virar uma boa desculpa para estar navegando na internet ao invés de estar trabalhando. Seu chefe iria adorar!

A rapidez e agilidade da internet, meio de comunicação que não impõe fronteiras, nos apresenta uma infinidade de modismos que entram e saem diariamente da rede em uma velocidade absurda. Uma mesma imagem pode ser usada para “n” situações com “n” tipos de frases diferentes e esta febre é a tal história dos memes; como aquela foto do Willie Wonka (Gene Wilder) da 1ª versão de A Fantástica Fábrica de Chocolates que foi usada para reproduzir inúmeros sentimentos, piadas, trocadilhos, reivindicações, chacotas, provocações, etc. A forma de apresentação não tem nada de metódico ou simétrico, porém é pseudo-engraçada e médio-interessante em sua simplicidade, de forma que a replicação é intensa – em alguns casos duradoura, até passar a moda.

Desta forma, avacalhando com o que é acadêmico, profanando o que é sagrado, é que as coisas se tornam tão somente engraçadas. Até temas sérios como a pedofilia ganharam versões em memes.

No começo da história dos memes ainda era fácil determinar a autoria e a verdadeira origem das ideias antes de elas se propagarem desordenadamente. Hoje é inviável. Ninguém registra direitos de cópia após “inventar” um meme, por isso, muitas vezes é impossível rastrear a sua origem e até o seu criador – embora alguns traços denunciem sua origem ou, pelo menos, sua inspiração.

A proliferação dos memes deu-se basicamente nos blogs e nas redes sociais. Boa parte deles saiu de redutos obscuros da web, que detêm uma quantidade de acessos surpreendentemente alta e geralmente aceitam contribuições livres de qualquer usuário gratuitamente, submetendo a qualidade dos memes às votações dos outros usuários.

A questão é que os memes, apesar de ser um termo que já tem quase 40 anos, é a revolução e a inovação na comunicação de massa. Os memes não têm qualquer compromisso com a verdade, a ética, a moral e muito menos com o tal do politicamente correto. Os memes são a revelação do lado obscuro dos seres humanos, vestidos em uma fantasia engraçada, denotam tudo aquilo que um dia já passou pela cabeça de todas as pessoas.

MEMES: OS NOVOS REPLICADORES

Dawkins discute, neste capítulo do livro "O Gene Egoísta", que não somente a transmissão genética pode determinar a evolução das espécies futuras, mas também a transmissão cultural é determinante para que haja continuidade inteligente na espécie humana.

O autor afirma que a transmissão cultural não é um privilégio humano. Um exemplo conhecido pelo autor foi descrito por P. F. Jenkins a respeito do canto de um pássaro, o Philesturnus carunculatus carunculatus,que habita as ilhas da Nova Zelândia. Na ilha em que Jenkins trabalhava havia um repertório de nove canções diferentes e cada macho cantava apenas uma ou algumas dessas canções. Outros grupos diferentes produziam canções diferentes. Comparando as canções de pais e filhos, Jenkins mostrou que os padrões melódicos não eram herdados geneticamente. Ocasionalmente Jenkins tinha o privilégio de testemunhar a “invenção” de uma nova canção, e se referia à origem das novas canções como “mutações culturais”. O canto da ave evolui por meios não genéticos.

Nossa linguagem é apenas um exemplo de como a evolução cultural se dá entre as “máquinas de sobrevivência”, como Dawkins gosta de chamar. A moda, as cerimônias, os costumes, a arte, a arquitetura, a engenharia, a tecnologia; todas essas coisas evoluem no tempo e no espaço assim como a evolução genética. Nossa compreensão do mundo melhora com o passar do tempo e com tudo aquilo que somos capazes de aprender e replicar. Popper já fazia a analogia entre progresso científico e evolução genética.

Dawkins, segundo sua própria definição um darwinista entusiasta, não se mostra satisfeito com as explicações do comportamento humano seguidos por seus colegas. Eles buscam “vantagens biológicas” em diversos atributos da civilização humana. O pressuposto evolutivo em cujos termos essas teorias são concebidas é implicitamente do tipo seleção de grupo, mas é possível reformular as teorias em termos de seleção genética ortodoxa.

O autor afirma que homem passa grande parte de sua vida vivendo em pequenas tribos ou grupos familiares. A seleção de parentesco e a seleção a favor do altruísmo recíproco podem atuar sobre os genes humanos determinando muito de nossas tendências e traços psicológicos particulares.

O argumento que Dawkins desenvolve é que, para compreender a evolução do homem moderno, deve-se abandonar a ideia do gene como a única base de nossas ideias a respeito da evolução. Apesar de entusiasta darwinista, como já se autodenominou, Dawkins compreende que a teoria da evolução é ampla demais para confinar-se ao limitado contexto do gene.

O que os genes têm de especial é que eles são replicadores. Será que encontraremos outro tipo de replicador e, em consequência, outros tipos de evolução? Na opinião do autor, esse replicador surgiu recentemente nesse planeta, alcançando uma mudança evolutiva em uma velocidade muito grande.

O novo caldo é o caldo da cultura humana. Precisa-se dar um nome para o replicador. Dawkins entende que esse nome deve transmitir a ideia de unidade de transmissão cultural, uma unidade de “imitação”. Mimeme, do grego, soa mais ou menos como gene. Abreviado para meme o autor considera uma nomenclatura pertinente para este novo replicador cultural.

Exemplos de memes são melodias, slogans, modas no vestuário, as maneiras de fazer potes ou de construir arcos. Os memes se propagam no pool de memes saltando de cérebro para cérebro através de um processo que pode ser chamado de imitação. Se um cientista ouve ou lê sobre uma boa ideia, transmite-a aos seus colegas e alunos. Ele a menciona nos seus artigos e palestras. Se a ideia pegar, pode-se dizer que propaga a si mesma, espalhando-se de cérebro em cérebro.

Segundo Dawkins, podemos considerar a ideia de “Deus” como um meme, que passou de geração em geração pela palavra falada / escrita e provavelmente tenha se originado por “mutações” independentes. De fato é um meme muito antigo. Se Deus existe é pelo poder de contágio fornecido pela cultura humana.

Em última análise, alguns dos “colegas” biólogos de Dawkins querem sempre voltar à “vantagem biológica”: não basta dizer que a ideia de Deus tem “grande apelo psicológico”; eles querem saber por que ela tem esse grande apelo psicológico. Apelo psicológico significa apelo para os cérebros, e os cérebros são moldados pela seleção natural de genes no pool gênico. Querem encontrar uma razão pela qual ter um cérebro assim aumenta a sobrevivência dos genes.

Basicamente, o motivo porque para nós é uma boa política tentarmos explicar os fenômenos biológicos em termos de vantagem genética é que os genes fazem réplicas de si mesmos. Durante mais de três bilhões de anos, o DNA foi o único replicador digno de menção no mundo. Mas isso não significa que esse monopólio será eterno. Sempre que surgirem condições ideais, um novo replicador começará a produzir cópias de si mesmo e tenderá a tomar as rédeas da situação. Uma vez iniciada essa nova evolução, ela não terá de submeter-se à antiga. Quando a evolução antiga, por seleção de genes, produziu os cérebros, forneceu o “caldo” em que se originaram os primeiros memes.

A evolução genética é apenas um dos vários tipos de evolução possíveis.

Assim como ocorre na seleção natural, alguns memes serão mais bem sucedidos que outros, perpetuando-se no tempo e no espaço. Assim como a ideia de Deus. Mas, de uma maneira geral, os memes devem ter as mesmas qualidades já descritas para os replicadores no Capítulo 2 do livro: longevidade, fecundidade e fidelidade de cópia.

A longevidade não é tão importante em se tratando de meme, tal como ocorre com a longevidade de uma cópia particular de gene. A cópia de uma canção que está na cabeça das pessoas, durará apenas enquanto as pessoas viverem. Espera-se que a canção continue sendo gravada e proliferada para que não termine.

Já a fecundidade é muito mais importante do que a longevidade de determinadas cópias particulares. No meio científico a fecundidade dependerá da aceitação da ideia, o quanto ela poderá alcançar a população de cientistas e sua capacidade de sobrevivência será medida pelo número de citações e referências nas revistas científicas durante anos sucessivos. Se o meme for uma canção, sua fecundidade será medida pela quantidade de pessoas que assoviam e cantarolam pelas ruas; se for um estilo de sapato ou roupa, o mimeticista populacional pode medir a fecundidade pelos gráficos de vendas. Alguns memes, assim como alguns genes, atingem um sucesso avassalador em um curto espaço de tempo. Espalha-se rapidamente, mas não tem longa duração. A moda, a tendência musical são exemplos disso.

Quando se trata de fidelidade de cópia, Dawkins confessa que não se sente muito seguro quanto a isso. À primeira vista, os memes não são replicadores de alta-fidelidade. Cada vez que um cientista ouve uma ideia e a transmite a outra pessoa, provavelmente a modifica em algum grau. Em um trabalho acadêmico, por exemplo, nunca se é totalmente fiel ao que se lê. Por muitas vezes o autor mistura mais de duas ideias, salpica uma opinião própria aqui ou ali e acaba transformando de alguma maneira o meme original.

Quando Dawkins afirma que todos os biólogos hoje acreditam na teoria de Darwin, não quer dizer que todo biólogo tem, gravada no seu cérebro, uma cópia idêntica das palavras de Darwin. Cada indivíduo tem sua própria maneira de interpretar tais ideias, e provavelmente as aprende não a partir dos textos de Darwin, mas de autores mais recentes. Muito do que Darwin afirmou pode ser considerado, em seus detalhes, incorreto. Um “meme-ideia” pode ser considerado uma entidade capaz de ser transmitida de um cérebro a outro, e o meme da teoria de Darwin é, portanto, a base essencial da ideia compartilhada por todos os cérebros que compreendem a teoria. As diferenças na maneira como as pessoas as representam, então, por definição, não fazem parte do meme.

Dawkins prossegue na sua analogia entre memes e genes enfatizando que não se deve pensar em genes como agentes conscientes, dotados de propósitos. A seleção natural cega fará com que eles se comportem como se tivessem tais intenções e propósitos para assegurar sua própria sobrevivência. Desta forma é conveniente pensar que os memes também agem da mesma forma. O autor deixa claro que ao usar palavras como “egoísta” e “implacável”, está apenas usando metáforas.

Fica claro em sua exposição que o autor pretende questionar se os memes, assim como os genes também competem entre si. Se o corpo humano, que é comandado pelo cérebro não consegue fazer mais do que duas coisas ao mesmo tempo, quando um meme domina a sua atenção, é à custa de memes “rivais”. Memes também competem pelo tempo de exposição nos rádios, TVs e mais recentemente na internet.

Outro aspecto apontado pelo autor é o da doutrina. Ao meme Deus associaram-se vários outros memes como é o caso do “fogo do inferno”. Durante toda a Idade Média até os dias de hoje as pessoas têm medo de serem castigadas pelo fogo do inferno caso não obedeçam às leis cristãs. Uma sórdida técnica, com forte impacto psicológico, mas que Dawkins acredita que não tenha sido propositalmente engendrada pelo clero. Ele acredita que teria sido muito mais provável que os memes inconscientes tivessem assegurado sua existência e sobrevivência graças ao sucesso obtido pelo tal impacto psicológico. O fogo do inferno está ligado ao meme Deus porque ambos se autoalimentam.

Os memes religiosos são baseados na fé cega. Mesmo que não haja nenhuma prova ou evidência que confirme um fato. São Tomé exigia provas. Não há nada mais letal para certos tipos de memes que a exigência de comprovação. O meme baseado na fé cega assegura sua perpetuação pelo simples fato de desencorajar qualquer investigação racional. A queima às Bruxas era baseada na fé cega da existência de certas pessoas com certos pensamentos serem bruxas. A fé cega pode justificar tudo. Os memes possuem seu jeito particular e implacável de se propagar. O mesmo se aplica para a fé cega patriótica e política como para a fé cega religiosa.

Mas há também um lado positivo em relação aos memes. Quando morremos, há duas coisas que podemos deixar para trás: os genes e os memes. O nosso aspecto será esquecido em três gerações. Não devemos procurar a imortalidade na reprodução.

No entanto, se contribuirmos para o patrimônio cultural do mundo, pode ser que a nossa contribuição sobreviva, intacta, muito depois que os nossos genes tiverem se dissolvido no pool comum dos genes. Talvez Sócrates tenha um ou dois genes vivos no mundo de hoje, mas os complexos de memes de Sócrates, Leonardo da Vinci, Copérnico e Marconi continuam em pleno vigor, como observou G.C.Williams, apud Dawkins.

Dawkins encerra esse tópico com um tom de justificada esperança. Uma característica exclusiva do homem, que poderá ou não ter evoluído memicamente, é a sua capacidade de previsão consciente. Os genes egoístas e os memes não têm essa capacidade. Eles são replicadores cegos e inconscientes.

Mas nós temos o poder de desafiar os genes egoístas que herdamos, e, se preciso, dos memes egoístas com que fomos doutrinados. Somos os únicos na Terra com o poder de nos rebelar contra a tirania dos replicadores egoístas.

OS MEMES DE DAWKINS NA ERA DA INTERNET

Podemos concluir que a ideia dos memes, já com quase 40 anos, perpetua-se como um meme deve ser.

Dawkins quando criou o conceito certamente não imaginava que vulto tomaria nas redes sociais e como seu meme sobreviveria ainda que como um ser supremo; um meme maior com vários outros memes que vão e vêm todo o tempo.

O meme de Dawkins (o conceito de meme), metalinguisticamente, perpetua como um meme do meme nas redes sociais, no inconsciente coletivo, nos Blogs, nos cérebros podendo ser consultados a qualquer momento, pois se perpetuam na rede quase que imortais. Enfim seu meme apresenta as 3 características fundamentais de um bom meme: longevidade, fecundidade e fidelidade.

7 MEMES E SUAS FOTOS ORIGINAIS

Adeline Daniele, da Revista Info de 26/07/2012, apresentou 7 personagens reais que viraram MEMES na internet e estão por aí já há algum tempo nas redes sociais (#quemnunca?). O que segue é a matéria integral publicada na revista.

Quem usa as diversas redes sociais com certeza já se deparou com milhares de memes da internet. São quadrinhos, imagens e sátiras em diversas situações bombardeando sites como 9gag, Facebook, Naointendo, Kibeloco, tumblrs, e muitos outros o tempo todo.

Como o uso de memes se tornou tão frequente, já até esquecemos (ou nem sabemos) as origens dessas famosas pérolas da internet. Elas nascem e se popularizam sobretudo em fóruns (como o 4chan), e se espalham para outras diversas páginas de humor.

Para matar um pouco da curiosidade de quem vê essas imagens e imagina de quem são aquelas caricaturas hilárias, separamos 7 memes com suas fotos originais e histórias. Confira:

1. Ui! Ele virou um meme!


Após fazer um gesto inusitado em um programa de televisão americano, o astrofísico Neil deGrasse Tyson virou piada na internet. Durante o programa, o astrofísico levantou as mãos para dizer que as afirmações de Isaac Newton deveriam ser respeitadas. O meme em preto e branco é utilizado para ironizar algo ou alguém que se mostra muito durão.

2. Não me diga!


As últimas produções com Nicolas Cage ficaram tão fracas para o público que os internautas resolveram criar diversos gifs e brincadeiras com fotos do ator na web, como o Tumblr “Gifolas Cage”. No meme, o rosto “aloprado” de Cage é usado para expressar uma resposta a alguma pergunta ou termo óbvio, como, por exemplo a afirmação de que frequentar escolas aumenta o QI dos alunos. A cena que originou o meme é do filme O Beijo do Vampiro.

3. Bitch, please!


Yao Ming Face é o meme utilizado como referência para expressar desprezo a alguma discussão online. O desenho é baseado na fotografia tirada durante uma coletiva de imprensa com o próprio atleta de basquete chinês Yao Ming, no exato momento em que ele solta uma gargalhada.

4. Nada mal


Obama Rage Face, também conhecido como “Not Bad” (Nada mal) é uma criação baseada em uma fotografia de imprensa tirada pela Reuters em que o presidente norte-americano Barack Obama e sua esposa expressam uma cara de admiração e espanto durante uma visita ao Reino Unido, em 2011. A imagem é utilizada como uma reação positiva a algum evento, foto ou atitude na internet.

5. Freddie Mercury Rage Pose


Baseado em uma foto feita com o vocalista da banda de rock Queen, Freddie Mercury, o meme é usado como expressão de vitória sobre alguma coisa ou tarefa cumprida. A foto foi tirada durante o show da banda, em 1986, no Reino Unido.

6. Seriously? (Sério mesmo?)


Criada a partir de uma cena em um programa na Fox News, o meme “Seriously?”, também chamado de “Are you serious face” é usado como reação a algum ato ou evento estúpido para demonstrar indignação. Na cena, David Silverman, ateísta americano, reage a uma frase de Bill O’Reilly em um debate, em que ele fala “tide goes in, tide goes out” (maré entra, maré sai), defendendo que a religião não é uma fraude.

7. True Story


True Story remete a uma reação comumente expressada pelo personagem da série “How I Met Your Mother”, Barney Stinson. O personagem é conhecido por seu sarcasmo e pela famosa frase “Challenge accepted!” (Desafio aceito), em que ele sempre faz alguma aposta ou enfrenta algum desafio insano. O meme é utilizado para confirmar alguma declaração que realmente seja baseada em uma história ou na realidade, até mesmo quando ela é muito óbvia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BERNARDO, Kaluan. Tudo o que Você Precisa Saber Sobre Memes. Disponível em: <http://youpix.com.br/memepedia/o-que-e-meme/>. Acesso em: 30 ago. 2012.


DANIELE, Adeline. 7 Memes e suas Fotos Originais. Disponível em: <http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/internet/7-memes-e-suas-fotos-originais/>. Acesso em: 30 ago. 2012.


DAWKINS, Richard. O Gene Egoísta. 6ª São Paulo: Companhia Das Letras, 1976. 540 p.




É isso aí!

Gi Prado

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ZocPrint - Cartões de visita sob medida

Há tempos que precisava fazer uns cartões de visita, mas não encontrava tempo pra ir atrás de gráfica, ou de fazer eu mesma em casa.

Daí, navegando pelo facebook como de costume eu vi um anúncio que dizia "Zocprint: Faça seus cartões de visita gratuitamente". Achei um pouco estranho e cheguei a pensar que fosse algo para não levar a sério, mas entrei na home page. 

Comecei a fuçar e logo encontrei uma porção de layouts para todos os tipos de cartão, para todas as áreas.



Logo comecei a bolar uns cartões e fiquei perdida com a quantidade de opções.

E dá pra fazer quantidades pequenas de de modelos variados, o que é bem legal.

E a Zocprint não faz apenas cartões de visita. Eles fazem todo tipo de papelaria para escritório, receituários, banners para eventos, canecas personalizadas, camisetas, ímãs de geladeira, folhetos, entre muitos outros produtos.


Fiz muitos cartões diferentes e recebi direitinho em casa. A empresa é séria e não brinca em serviço! Os cartões são lindos e muito bem acabados. Os grátis? Não é que eles faziam mesmo cartões gratuitos? Era uma promoção que estava rolando na época e eu obtive 50 cartões inteiramente grátis. Hoje essa promoção já acabou.

Depois de fazer meus cartões, entrei em contato com a empresa e expliquei que meu blog tinha o propósito de publicar coisas que eu experimento e gosto. Eles toparam em me oferecer 100 cartões para um sorteio aqui no meu blog.

Para participar do sorteio é muito fácil:

1. Entre na fan page do Fuxicos da Gi e Outras Histórias e curta. 
2. Entre na fan page da Zocprint e curta. 
3. Entre aqui no blog e siga publicamente o Blog.
4. Compartilhe no Facebook esta postagem do sorteio marcando 4 amigas e a fan page dos Fuxicos (basta colocar @Fuxicos) uma vez por semana até a data do sorteio.
5. Entre no endereço da fan page, clique em "sorteio" (https://www.facebook.com/Fuxicos.da.Gi) e clique em "quero participar".

Para seguir o Blog:

Para seguir você tem que entrar no Fuxicos da Gi e outras Histórias e procurar, logo no topo da página, a figura abaixo e clicar em participar deste site:




Depois você deve entrar na fan Page, curtir e, em seguida, clicar em sorteio e participar:



O sorteio será no dia 20/11 e se o sorteado não estiver obedecendo a qualquer um dos regulamentos, será realizado outro sorteio em outra data a ser marcada.

Sobre a Zocprint

A Zocprint pretende alterar os paradigmas da prestação de serviços gráficos e de marketing para microempresas, profissionais liberais e pessoas físicas no Brasil, marcada pela exigência de grandes volumes de impressão e de confecção da arte pelo cliente.

O modelo inovador da Zocprint baseia-se em dois pontos principais:


  • Disponibilização de milhares de modelos customizáveis online, de maneira rápida e prática
  • Impressão de material promocional como cartões de visita, flyers e banners em pequenos volumes e a preços baixos
A Zocprint acredita que o acesso a produtos e serviços de marketing de qualidade e com preços acessíveis fortalece as oportunidades comerciais das microempresas e profissionais liberais.

Assim, a Zocprint quer, através das suas ofertas inovadoras, enriquecer as possibilidades de divulgação e crescimento das microempresas - 99% das empresas - e profissionais liberais do Brasil, além de oferecer produtos impressos de qualidade para uso doméstico.


Zocprint Serviços Gráficos LTDA.

http://www.zocprint.com.br/

Av. Queiroz Filho, 1700 - Torre C, Sala 804
Vila Hamburguesa
05319-000
São Paulo/SP

É isso aí!

Gi Prado

sábado, 20 de outubro de 2012

Você sabe o que é uma Manicurista? Na Shape tem!

Segundo Vânia Ribeiro Ihle, manicurista e representante da marca alemã Alessandro no Brasil, “Tudo evoluiu: cabelo, estética, maquiagem, segmentos que não deixamos a desejar lá fora. Porém somos ainda muito carentes em técnicas e produtos de alta qualidade para cuidar dos pés, mãos e unhas”. 

A manicurista, de acordo com Vânia, é uma profissional reconhecida pelas suas qualidades técnicas e sua postura profissional. Ela tem um certificado internacional que a habilita para trabalhar com segurança já que beleza e saúde caminham juntas. “O trabalho de manicurista vai além de exclusivamente esmaltar e tirar cutículas. Ela é uma profissional que sem dúvida nenhuma embeleza, cuida e trata das mãos e pés, respeitando e observando as necessidades que as clientes buscam.” 

As manicuristas Alessandro são profissionais eficientes e bem treinadas no CPA (Centro Profissionalizante Alessandro). 

Cada profissional é uma especialista no serviço de tratamento a que foi treinada e capacitada para tal, que é o caso da Claudinha da Shape. Para efetuar este trabalho, cada profissional passou por um processo de treinamento e imersão no Centro Profissionalizante Alessandro (CPA). Elas são as únicas na América do Sul, que hoje, dominam a técnica de aplicação do Soft Gel Alessandro e possuem a Certificação Alessandro International. Mais do que simplesmente fazer suas unhas, elas cuidam das suas mãos, das suas cutículas e das suas unhas com produtos específicos e especialmente desenvolvidos e com alta tecnologia.

A Certificação é única e intransferível sendo renovada a cada 6 meses através de um curso de aprimorarão dos serviços da Alessandro. Isto faz com que as profissionais sejam realmente as únicas capacitadas a trabalhar com os produtos e serviços da Alessandro International. Ao final do treinamento, a profissional recebe a renovação do Certificado da Alessandro International. 



O mercado para a profissional não se limita apenas a salões de cabeleireiros, hoje em dia, de acordo com a advogada, surgem em hotéis, escritórios particulares, clubes, etc. “Por isso a necessidade de buscar reconhecimento e respeito na profissão”, finalizou Vânia Ilhle em uma coletiva na Hair Brasil em 2008. 



Shape Estética e Saúde, parceira do Fuxicos da Gi® e local onde confio cegamente “eu mesma”, além de possuir uma manicurista espetacular, a Claudinha (Ana Claudia Batista Alcântara), está para inaugurar, muito em breve, um espaço para vender, com exclusividade em Santos, os produtos da marca alemã Alessandro e meu Blog vai trazer todas as novidades com exclusividade pra vocês. 


Claudinha, que já cuidava tão bem de nossas mãos com os produtos Alessandro, em breve poderá também indicar o tratamento pra você continuar em casa e comprar lá mesmo, na Shape. 


E a Alessandro não tem só produtos para cuidar das suas unhas, eles têm maquiagens maravilhosas e esmaltes lindos em design nobre e textura espetacular. Suas cores mágicas e alto brilho são apenas algumas de suas características, pois este esmalte contém pó de diamante que além de dar melhor fixação, também protege e endurece a unha natural. O sortimento traz 80 cores tradicionais e a cada estação novas tendências da moda.

Quem é a Alessandro International 

Fundada em 1989 em Langenfeld, cidade perto de Duesseldorf na Alemanha, pela CEO Silvia Troska, a Alessandro International Gmbh é a líder mundial no fornecimento de produtos e serviços de qualidade para o segmento de pés e mãos da indústria de Cosméticos (CF&T). A companhia propicia aos seus clientes, um sistema de tratamento completo para qualquer tipo de problema nas unhas, estando focada no par saúde-beleza. 

A razão para este sucesso está ligada ao alto nível de comprometimento, melhor qualidade e poder de proporcionar soluções inteligentes. Através de estudos e uma boa observação dos concorrentes e do mercado, a Alessandro International está sempre conectada a tendência mundial da indústria de CF&T e com isso vem expandindo sua posição de liderança, especialmente no desenho de unhas profissional. 

O seu principal produto é o gel para unhas, que não contém ingredientes nocivos, sendo de fácil aplicação e longa duração. 

A empresa oferece uma linha diversificada de mais de 1.000 produtos cosméticos para unhas, pés e mãos. Conta com um quadro de 280 funcionários, estando presente em mais de 50 países, numa densa rede construída com parceiros locais. Na Suíça, Áustria, França e Itália são representadas por uma estrutura própria de vendas. (Fonte: Site Alessandro do Brasil)



Em 2006 o casal Vania e Ralf Ihle trouxeram para o Brasil produtos e serviços da grife alemã e hoje são instrutores mestres da marca no País. 


Aguarde, em breve, o novo lançamento da Shape: um espaço Alessandro International especial e concebido com muito carinho para a cidade de Santos.

É isso aí!

Gi Prado